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Carro entrando numa oficina à noite

Sobre

Recorte.

Especialização não é discurso de venda. É recusar trabalho fora do setor há seis anos seguidos.

Por que automotivo.

Porque eu sou o cliente do meu cliente.

Tenho carro preparado, acompanho o mercado, consumo o mesmo conteúdo que o seu público consome. Quando um dono de oficina me explica o serviço dele, ele não precisa simplificar. Eu já sei a diferença entre uma pintura que igualou a cor e uma que quase igualou, e sei por que isso importa para quem vai pagar.

A GHC nasceu exclusiva. Nunca houve uma fase de atender qualquer coisa até descobrir um nicho — o recorte veio antes do primeiro cliente, porque era o único mercado sobre o qual eu já tinha opinião.

É isso que permite chegar numa oficina nova já sabendo qual serviço tem margem, qual traz cliente recorrente, o que funciona em anúncio de funilaria e o que só queima verba. Não é estudo de caso — é convivência.

De onde vem o método.

Antes da GHC Media eu era engenheiro de materiais, com pós-graduação em Gestão de Projetos. Passei cinco anos na área comercial e de marketing de um laboratório de análise de materiais — vendendo ensaio técnico para a indústria, que é o tipo de coisa que ninguém compra por impulso.

Foi ali que aprendi as duas coisas que sustentam o trabalho de hoje: como vender um serviço técnico para quem precisa entender antes de comprar, e como não afirmar nada sem medir.

Engenharia não ensina a ter ideia. Ensina a medir. É de lá que vem a parte do trabalho que ninguém vê — a insistência em rastrear, comparar e provar antes de dizer que funcionou. É também por que este site não tem um único número redondo: todos vieram das contas de anúncio, com centavo e tudo.

A formação em tráfego pago veio depois, com Pedro Sobral, e continua vindo. Mas a diferença raramente está na ferramenta — está em saber o que perguntar aos dados.

Quem atende.

Quem atende é o Marcelo. Não existe time de atendimento, gerente de contas nem estagiário no meio do caminho. Para trabalhos específicos — edição de vídeo, desenvolvimento — entram parceiros que eu contrato e coordeno, mas a conversa, a estratégia e a conta são sempre comigo.

É por isso que são 14 empresas em seis anos. Poucas, de propósito: cada operação exige acompanhamento próximo, e carteira grande é incompatível com isso.

O elogio que eu mais recebo não é sobre resultado. É sobre a reunião antes do contrato — quando digo o que não vai funcionar, o que não vale a pena e quando o problema não é marketing. Sai caro no curto prazo e é a razão de a maioria dos clientes ficar.

Atendimento 100% remoto, para todo o Brasil.

Foto profissional
pendente

Marcelo Fernandes

Fundador

Engenheiro de materiais, pós-graduado em Gestão de Projetos. Cinco anos em comercial e marketing na indústria de análise de materiais antes de fundar a GHC Media, em 2020. Entusiasta de carro preparado — e, por isso, cliente do próprio cliente.

O que esperar.

Alguém que entende o seu serviço

Você não vai precisar explicar o que é colorimetria, por que retífica demora ou qual a diferença entre um cliente de troca de óleo e um de suspensão. Isso encurta meses de trabalho.

Honestidade antes do contrato

Se o seu problema não for marketing, eu digo na primeira conversa. Se a sua verba não comportar o que você quer, eu digo também. Prefiro perder a venda a vender o que não vai entregar.

Número, não impressão

Relatório com o que aconteceu, o que foi mudado e por quê. Nada de painel bonito sem leitura, e nenhuma métrica que não se relacione com faturamento.

Os ativos no seu nome

Contas, perfis, site e histórico ficam no nome da sua empresa. Se um dia a parceria acabar, você leva tudo — sem negociação e sem constrangimento.

Diagnóstico.

Uma conversa de 40 minutos para olhar a sua operação. Se não fizer sentido trabalharmos juntos, eu digo — e você sai com um direcionamento mesmo assim.

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